|
|
Domingo, 05 de fevereiro de 2012. |
|
| |
 |
| |
Município emergente do ciclo do couro, emancipado há mais de dois séculos, Quixeramobim
gerou-se e se desenvolveu às margens do rio que outrora chamava-se Ibú (hoje Quixeramobim), cujo leito, quando seco, servia de estrada natural por onde transitavam os tangerinos conduzindo o gado que, de início e por muito tempo, viabilizou a economia do Ceará. No inicio do século XVII, animados pela fé, em torno de uma capela construída na fazenda Santo Antonio do Boqueirão, assentaram-se os pioneiros do núcleo que hoje se insere como dos mais prósperos do nosso Estado, rico em cultura, pujante em sua história e certo do seu compromisso com o futuro.
Localizado exatamente no centro geográfico do Estado do Ceará (Cidade Coração do Ceará), além da pecuária, a cotonicultura em muito contribuiu para a expansão da economia local, primeiro impulsionada pela construção da rede ferroviária e, depois, pela rodovia Costa e Silva (Estrada do Algodão – CE 060). A construção da Barragem (Açude Engenheiro José Cândido de Castro de Paula Pessoa) em 1958 viabilizou em definitivo o crescimento do núcleo urbano. A partir de 1970, com os incentivos da indústria de laticínios e do crédito bancário (Laticínios Betânia, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Banco do Estado do Ceará), o Município atingiu a posição de maior produtor de leite das regiões Norte-Nordeste.
Dotado de vários e modernos equipamentos urbanos, ao lado de serviços de comunicações (três emissoras de rádio), saúde e educacionais (escolas regulares, técnico-agrícola, Liceu de Artes e Ofícios e cursos superiores), atualmente avançam e se consolidam um parque industrial voltado mais para a exportação (interna e externa) e a extração e lapidação de pedras preciosas e semi-preciosas, acompanhados de um setor terciário em franca expansão. |
| |
|
| |
| |
| |
|